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Brasília, 25 de junho de 2019 - 23:01
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Esperidião Eloy de Barros Pimentel

           ESPERIDIÃO ELOY DE BARROS PIMENTEL, filho de José de Barros Pimentel e D. Bárbara Wanderley, nasceu em 18 de novembro de 1823, na província de Alagoas.

           Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito de Olinda, em 1847.

           Em decreto de 29 de setembro de 1854, foi nomeado Juiz de Direito da comarca de Flores, Pernambuco, e daí removido para a de Imperatriz, Alagoas, em decreto de 3 janeiro de 1855, e Santos, em decreto de 23 de novembro de 1861, e designado para a comarca de Paraibuna, Minas Gerais, em decreto de 23 de junho de 1882.

           Foi nomeado Desembargador da Relação de Belém do Pará, em decreto de 3 de agosto de 1882, ato que ficou sem efeito pelo de 30 do mês seguinte, nomeando-o para a Relação de São Paulo, da qual foi removido para a da Corte, em decreto de 28 de fevereiro de 1885.

           Com a organização da Justiça, no período republicano, foi nomeado Juiz da Corte de Apelação do Distrito Federal, em decreto de 26 de novembro de 1890, e Ministro do Supremo Tribunal Federal, em 25 de janeiro de 1892, preenchendo a vaga ocorrida com a aposentadoria de Henrique Pereira de Lucena (Barão de Lucena), e aposentado em decreto de 18 de novembro de 1893.

           Exerceu o cargo de Chefe de Polícia da província de Alagoas, interinamente, de 20 de maio a 16 de julho de 1856, e da Corte, nomeado por decreto de 28 de fevereiro de 1860; assumiu o exercício em 28 de março seguinte e foi exonerado em decreto de 13 de março de 1861.

           Foi Deputado pela província de Alagoas, à Assembléia Provincial e à Assembléia-Geral Legislativa, nas 11ª, 12ª, 13ª, 16ª e 17ª legislaturas.

           Exerceu a alta administração em quatro províncias do Império: Rio Grande do Sul — nomeado Presidente em 22 de novembro de 1862, assumiu o poder em 1º de janeiro de 1863; Alagoas — nomeado Presidente em 8 de julho de 1865, tomou posse a 31  desse mês e foi exonerado, a pedido, em decreto de 24 de abril de 1866; Rio de Janeiro — nomeado em 29 de setembro de 1866, assumiu o poder em 30 do referido mês; e Bahia — nomeado em 9 de agosto de 1884, tomou posse a 11 de setembro e foi exonerado em 19 de outubro do dito ano.

           Foi agraciado com a comenda da Ordem da Rosa, em decreto de 6 de setembro de 1866.

           Era casado com D. Augusta de Barros Pimentel.

           Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, em 15 de março de 1906, sendo sepultado no Cemitério de São João Batista.

 
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